Minh'alma Edimarcus Patriota Alma que te quero bem Amor que te quero além Essa chama que arde Essa voz que me invade Esse tempo que nunca é tarde Sagrado, sangrando em segredo Alma, amor, chama, voz O tempo que cai sobre nós Correndo, voraz e sem medo
Sombras Redondas, quadradas ou diversas Sombras são vácuos de inventos Tal qual a luz que as projetam Num silêncio absurdo dos tempos Sombras são sempre atualizadas De tudo que por nós é observado Negras, pálidas ou cinzentas De cima, de frente ou de lado Qual a função dessas sombras? Senão nos avisar do passado Nos mostrar que somos mais que nós Uma extensão de nós ao nosso lado. Edimarcus Patriota
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